Consultoria de gestão sediada em Rio das Ostras, em atividade desde 2018
A Clarivo é uma consultoria de gestão sediada em Rio das Ostras. Trabalhamos com empresas em que tudo ainda passa pelos sócios: montamos os níveis de decisão, a média gerência, as reuniões e os indicadores.

A Clarivo trabalha desde 2018. Foi aberta por uma consultora e um administrador que atendiam empresas familiares do litoral norte e hoje tem oito pessoas: consultores de organização, uma analista de indicadores e a redação dos documentos. O escritório fica em Rio das Ostras.
Atendemos empresas de 15 a 180 funcionários — indústrias familiares, construtoras, clínicas, comércios atacadistas e empresas de serviço — em que a estrutura nunca ganhou um nível intermediário. O sinal é sempre o mesmo: os sócios respondem quarenta perguntas por dia e não sobra tempo para decidir o que só eles podem decidir.
Todo contrato começa por duas semanas de contagem do que sobe até a direção, com escopo e prazo já escritos. Depois vêm as conversas por área, o desenho da estrutura, as faixas de alçada, a formação dos coordenadores que vão assumi-las, o regulamento das reuniões, o painel de indicadores e o calendário. Acompanhamos o primeiro trimestre no formato novo.
Não fazemos: seleção e contratação de pessoal, avaliação individual de desempenho, condução de demissões, parecer trabalhista ou tributário e venda de sistemas de gestão. Também não escrevemos documento que a direção não tenha lido em voz alta com a equipe presente.
Em atividade desde 2018
Oito anos organizando empresas familiares em Rio das Ostras e nas cidades do litoral.
Equipe de oito pessoas
Dois consultores de organização, uma analista de indicadores e quem redige os documentos.
De 15 a 180 funcionários
Indústrias familiares, construtoras, clínicas, atacadistas e empresas de serviço.
Fora do que atendemos
Não selecionamos pessoal, não avaliamos desempenho individual e não vendemos sistema.
Quatro perguntas que fazemos antes de propor qualquer camada nova
Criar chefia intermediária é a saída óbvia e quase sempre a última. Antes dela existem quatro perguntas cujas respostas costumam mudar o desenho inteiro.
O que chega até os sócios por dia?
Pedimos que anotem, durante duas semanas, tudo o que lhes é perguntado. A lista costuma ter mais de cem itens e três quartos deles não precisavam subir.
Quem já decide sem perguntar?
Em toda casa existem pessoas que resolvem coisas há anos sem cargo para isso. Elas aparecem na conversa e viram a primeira linha do desenho novo.
Onde a informação para?
Seguimos três pedidos comuns do começo ao fim e marcamos em que mesa cada um dormiu. O ponto de parada raramente é onde se imagina.
Que reunião substituiria dez conversas?
Boa parte do que sobe pelos corredores caberia num encontro de quarenta minutos por semana, com pauta e ata curta.
Casas atendidas nos últimos dois anos
Cada linha traz a empresa, o que ela pediu quando ligou e o que ficou com ela ao fim. Publicado com autorização.
| Empresa | O que pediu | O que ficou com ela |
|---|---|---|
Cerâmica com vinte e oito funcionários | queria um gerente de produção | Depois da contagem, ficaram dois responsáveis de turno com decisões escritas, sem cargo novo criado. |
Escola de idiomas com três unidades | queria saber por que nada era decidido sem a diretora | Ficou uma lista de quarenta tipos de decisão, trinta e uma delas resolvidas na própria unidade. |
Escritório de contabilidade | queria reduzir o número de reuniões | Ficaram três encontros semanais no lugar de onze, com pauta enviada na véspera e ata de meia página. |
Oficina de manutenção de máquinas | queria descrições de cargo para a equipe técnica | Ficaram nove folhas de cargo escritas com os próprios técnicos, em duas rodadas de leitura. |
Conte o que chega até a sua mesa em um dia comum
A primeira conversa dura uma hora, acontece por telefone ou no seu escritório e serve para dizer qual dos três modos cabe no seu caso.
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